Technical Action Research (TAR) – Roel Wieringa
TAR é a validação de um artefato
pela sua aplicação em um caso real.
Em TAR os papéis de um pesquisador (designer, helper e researcher) devem ser mantidos
separados.
Em classical action research o
pesquisador ajuda o cliente a identificar e resolver um problema. Já em TAR, o
pesquisador deseja aprender sobre uma técnica através de sua utilização na solução de problemas. Assim, TAR é orientada a tecnologia e não
a problema, pois uma tecnologia pode solucionar uma classe de problemas e não um
problema específico.
TAR é importante para o
pesquisador levar uma técnica “da sua mesa” para a prática. Para o cliente isso
representa maior probabilidade de obter resultados úteis e avanço do
conhecimento sobre novas técnicas.
AR clássica é orientada a problema.
- É observado um problema com o cliente;
- Conjuntamente uma ação é decidida;
- A ação é então executada;
- Os resultados são avaliados; e
- As lições aprendidas são aplicadas no caso específico e em outros.
Princípios de canonical action
research aplicados em TAR:
- Para cada ciclo do cliente, TAR requere um acordo entre cliente-pesquisador;
- TAR é iterativo;
- TAR deve ser baseado em teoria;
- TAR implementa mudança através de ação; e
- TAR contém aprendizado pela reflexão sobre uma ação.
Por fim, foi abordada a generalização
necessária para identificação de arquiteturas e mecanismos. Para isso, é
necessário apoio em lógica e em teorias pré-estabelecidas.
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