sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Technical Action Research (TAR) – Roel Wieringa - 08/07

Technical Action Research (TAR) – Roel Wieringa

TAR é a validação de um artefato pela sua aplicação em um caso real.

Em TAR os papéis de um pesquisador (designer, helper e researcher) devem ser mantidos separados.

Em classical action research o pesquisador ajuda o cliente a identificar e resolver um problema. Já em TAR, o pesquisador deseja aprender sobre uma técnica através de sua utilização na solução de problemas. Assim, TAR é orientada a tecnologia e não a problema, pois uma tecnologia pode solucionar uma classe de problemas e não um problema específico.

TAR é importante para o pesquisador levar uma técnica “da sua mesa” para a prática. Para o cliente isso representa maior probabilidade de obter resultados úteis e avanço do conhecimento sobre novas técnicas.

AR clássica é orientada a problema.
  1. É observado um problema com o cliente;
  2. Conjuntamente uma ação é decidida;
  3. A ação é então executada;
  4. Os resultados são avaliados; e
  5. As lições aprendidas são aplicadas no caso específico e em outros.

Princípios de canonical action research aplicados em TAR:
  1. Para cada ciclo do cliente, TAR requere um acordo entre cliente-pesquisador;
  2. TAR é iterativo;
  3. TAR deve ser baseado em teoria;
  4. TAR implementa mudança através de ação; e
  5. TAR contém aprendizado pela reflexão sobre uma ação.


Por fim, foi abordada a generalização necessária para identificação de arquiteturas e mecanismos. Para isso, é necessário apoio em lógica e em teorias pré-estabelecidas.

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