segunda-feira, 24 de junho de 2013

Aula 2 - UFO

O estudo da Ontologia no laboratório Nemo deu inicio com a idéia de Falbo de descrever processos de Software utilizando uma ontologia para desenvolver um meta ambiente. Seguindo esta idéia, Falbo deu inicio ao desenvolvimento de ODE (Ontology-based Development Environment). Este meta ambiente, baseia-se em ontologias a respeito de domínios relativos processo de software a fim de se tornar um ambiente fácilmente integrável.
Durante o uso constante de ontologias, e o progresso do estudo na área, percebeu-se a importância de utilizar ontologias de fundamentação. Nesta forma de desenvolver ontologias de domínio, é utilizado conceitos (ontologias) mais detalhadas que descrevem elementos básicos do mundo e enriquecem semânticamente a ontologia de domínio.
Mais adiante, desenvolveu-se ontologias que não eram nem genéricas a ponto de serem de fundamentação e nem específicas para serem de domínio. A estas foram atribuídas o nome de Core Ontologies. Este tipo de ontologia possibilitou o desenvolvimento de linguagens de padões a fim de guiar a construção de ontologias de domínio a partir de core ontologies.
Por exemplo, a Ontologia de Apoio à Gerência de Projetos (AGPR) foi criada por meio da composição de alguns dos padrões da Linguagem de Padrões de Ontologia para Processos de Software (Software Process Ontology Pattern Language – SP-OPL). Esta é uma linguagem de padrões de ontologia para o domínio de aplicação de processos de software. As principais áreas abordadas pela SP-OPL são Definição de Processo Padrão de Software, Definição e Programação do Processo de Projeto, Alocação de Recursos e Execução do Processo de Software. A ontologia AGPR aborda o processo de gerência de projetos de software no que se refere à definição de atividades do projeto, alocação de pessoas a essas atividades e elaboração de cronogramas.

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